quarta-feira, 9 de maio de 2012

Hoje, você é "Chef por 1 dia"


5 dicas de como escolher e comprar o seu vinho

Hoje, irei dar algumas dicas preciosas sobre vinhos.
O vinho (do grego antigo ονος, transl. oínos, através do latim vīnum, que tanto podem significar "vinho" como "videira") é, genericamente, uma bebida alcoólica produzida por fermentação do sumo de uva.


Na União Europeia o vinho é legalmente definido como o produto obtido exclusivamente por fermentação parcial ou total de uvas frescas, inteiras ou esmagadas ou de mostos, no Brasil é considerado vinho a bebida obtida pela fermentação alcoólica de mosto de uva sã, fresca e madura, sendo proibida a aplicação do termo a produtos obtidos a partir de outras matérias-primas.
A constituição química das uvas permite que estas fermentem sem que lhes sejam adicionados açúcares, ácidos, enzimas ou outros nutrientes.
Apesar de existirem outros frutos como a maçã ou algumas bagas que também podem ser fermentados, os "vinhos" resultantes são geralmente designados em função do fruto a partir do qual são obtidos (por exemplo vinho de maça) e são genericamente conhecidos como vinhos de frutas.

O Vinho, assim como a crase, não foi criado para humilhar ninguém.
Mas muita gente sofre um pouco na hora de escolher qual garrafa vai levar para casa. “Eu não entendo de vinho” é frase mais comum de se ouvir.
Como se fosse preciso algum conhecimento prévio para agradar o próprio paladar.
O medo do consumidor diante da prateleira, ou da carta de vinho de um restaurante, lembra o temor do goleiro durante o pênalti.
Isso é totalmente compreensível, já q são mais de 20.000 rótulos espalhados pelos pontos de venda e cartas às vezes extensas ou mal elaboradas. 


Então, para ajudar um pouco, vou citar 5 dicas essenciais.

5 dicas para se dar bem:
1. No restaurante.

Confie no sommelier: ele é seu aliado.
Em geral ele elaborou a carta e/ou tem conhecimento sobre a melhor combinação com a comida da casa.
Seja claro sobre quanto quer gastar (lembre-se que os preços ali são mais altos mesmo) e o tipo de vinho que mais lhe agrada.
Não tenha vergonha de pedir o rótulo mais barato da lista, muitos consumidores, evitando demonstrar falta de afinidade com o tema, acabam optando pelo segundo vinho da lista, que nem sempre entrega mais qualidade, mas obviamente será mais caro.

2. Nas lojas.
Prefira as casas especializadas ou importadoras.
As chances de o vinho ser melhor tratado ali é maior, pois eles vivem disso. Os catálogos das importadoras são uma ótima fonte de pesquisa sobre a origem e as características do produto.
Alguns são tão bons e completos que valem como leitura. Claro que no texto todos os vinhos são excepcionais; alivie os elogios exagerados e fique na essência da informação Esteja aberto a sugestões dos vendedores das lojas, e crie uma relação de confiança com estes profissionais que entendem do riscado e podem ajudar muito na escolha.
3. Na internet.
O comércio eletrônico já é realidade.
Transforme a tecnologia em uma aliada. Toda loja importante tem sua divisão de e-commerce.
Praticamente todo rótulo tem uma resenha escrita na web. É uma espécie de catálogo digital, onde se pode pesquisar pelo produto, região, uva, safra e até pontuação da crítica, para quem acha isso um fator importante na hora da compra.
4. Ajuda dos amigos.
A propaganda boca a boca é uma forma desinteressada de trocar experiências.
Os amigos podem dar boas dicas, seja na mesa do restaurante, no escritório e principalmente nas redes sociais, para onde a conversa fiada foi transferida.
A discussão rola solta nos fóruns, twitters e facebooks da vida.
Curtiu um vinho? Fotografe o rótulo, se não você vai esquecer.
5. Aposte na certeza.
Se você está no começo desta jornada, não se arrisque.
Na dúvida, escolha um vinho pelas uvas mais conhecidas de cada país ou região.
Malbec na Argentina, cabernet sauvignon no Chile, sangiovese na Itália, um corte bordalês (cabernet franc, cabernet sauvignon e merlot) na França, tempranillo na Espanha, touriga nacional em Portugal, riesling na Alemanha, sauvigon blanc na Nova Zelândia e espumantes no Brasil (se quiser um tinto, arrisque um merlot).
Com tempo você deve se aventurar, apostar na variedade e mudar seu padrão de escolha, arriscando um torrontés argentino, um shiraz chileno, um pinot noir francês, um antão vaz lusitano, um mencia espanhol, um nebiolo italiano, os vinhos de corte (mistura de várias uvas) e por aí vai. As escolhas são infinitas.

Espero ter ajudado a todos com essas 5 dicas!
Bom dia a todos!!

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